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DESCRIÇÃO DO PROCESSO TECNOLÓGICO
A cana, depois de queimada e
cortada no
campo, chega à fábrica em camiões e atrelados de tractores e é descarregada
por meio de gruas nas mesas de alimentação .
Das mesas alimentadoras, a cana passa a um
condutor que alimenta o primeiro jogo de facas (FACAS PRIMÁRIAS) que corta
a cana em pequenos pedaços de 20 a 60 centímetros de comprimento e passa ao
condutor elevador que alimenta o segundo jogo de facas (FACAS SECUNDÁRIAS)
situado na extremidade do condutor que a corta em pedaços de 20 a 30 centímetros.
A cana cai directamente numa desfibradora com a capacidade de 180 t/h e 49
martelos, que desfaz completamente em fibra
Açúcar é feito
por algumas plantas para armazenar energia da que eles não precisam
imediatamente, bastante como animais faça gordo. As pessoas gostam de
açúcar para sua doçura e sua energia assim algumas destas plantas são
comercialmente crescidos extrair o açúcar:
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Desfibrador de
Mafambisse, Marromeu e Xinavane respectivamente
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O trem de moinhos é composto por três a cinco
moinhos de três ou quatro rolos, recebe a fibra e comprime-a de forma a
extrair o sumo que ela contém. Cada moinho é accionado por motor eléctrico
ou turbina a vapor.
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Trem de Moinhos
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O transporte de bagaço entre os moinhos é feito
por condutores de arraste. Para facilitar a extracção do sumo, usa-se o
sistema de imbibição composta, isto é, adiciona-se água à entrada do último
moinho, recirculando-se o sumo a contra corrente do último para o penúltimo
e deste para o anterior e assim sucessivamente. O sumo dos dois primeiros
moinhos é filtrado por meio de filtros parabólicos, antes de ser enviado ao
processo e a fibra resultante alimenta o segundo moinho. O bagaço que sai
do último moinho é conduzido para as caldeiras e usado como combustível
para a produção de vapor saturado seco que acciona as turbinas da central
eléctrica e dos moinhos
O sumo misto proveniente do trem de moinhos é em
seguida pesado numa Servo-balança com capacidade de 250 t/h, a qual
descarrega num tanque onde recebe a primeira adição de cal para obter um
pH=8.2. Dai, é bombeado aos aquecedores LÍQUIDO-LÍQUIDO de cinco vasos
cada, que utilizam o condensado dos evaporadores como meio de aquecimento
do sumo de 25°C até cerca de 38-54°C.
Em seguida, o sumo é bombeado aos AQUECEDORES
PRIMÁRIOS que utilizam o vapor extraído dos evaporadores como meio de
aquecimento do sumo até cerca de 75-80ºC.
O sumo, é então enviado a um tanque alcalizador
para a segunda adição de cal, onde se obtém um pH entre 7.0 e 7.2. Depois
do tratamento químico, o sumo é bombeado aos AQUECEDORES SECUNDÁRIOS, de
características iguais aos primários para se obter a temperatura de 105ºC
no sumo.
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Aquecedor Primário
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Alcalizador
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Aquecedor Secundário
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Posteriormente o sumo é enviado a um tanque
“flash” que o distribui a dois CLARIFICADORES. O sumo
clarificado é enviado a um tanque. A sujidade (lama) obtida é enviada a um
misturador com bagacilo e daí a três filtros de vácuo. Daqui o sumo
filtrado volta ao tanque de sumo pesado e as borras são transportadas ao
exterior e usados nos campos como fertilizantes.
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Evaporadores de
Múltiplo Efeito
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Do tanque do sumo clarificado, o sumo é bombeado
aos EVAPORADORES que constam de dois quádruplos efeitos. Nos evaporadores o
sumo clarificado sofre uma evaporação até á obtenção do xarope de 60ºBx
(com 40% de água), o qual é bombeando aos tanques de xarope situados ao
nível dos tachos.
Dos tanques, o xarope é bombeado aos tachos .
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Tachos ou Panelas de
Vácuo
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Nos TACHOS realiza-se a evaporação da água do
Xarope para tornar a solução sobressaturada e permitir o crescimento dos
nódulos de cristal que se introduzem, formando a 1ª massa ou massa A
Tachos de Vácuo Horizontais.
A massa cozida A é descarregada em dois
receptores e destes para dois cristalizadores contínuos com sistema de
esfriamento. A massa cozida B que provém da evaporação da mistura do melaço
A e água é descarregada num receptor passando a quatro cristalizadores não
contínuos com sistema de esfriamento e a massa cozida C proveniente da
evaporação do melaço da massa B é descarregada em dois receptores e destes
para dois grupos de três cristalizadores contínuos cada um com sistema de
esfriamento.
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Centrifugas
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Dos cristalizadores as massas cozidas passam às Centrífugas precedidas de um
aquecedor de massas. O açúcar A e B resultante das massas A e B são
descarregados num sifão situado por baixo das centrifugas, onde se
misturam, passando a um transportador de cinta que os transporta a um
elevador e deste ao secador de crudo. O açúcar C volta aos tachos e o
melaço é pesado e armazenado.
Uma vez seco, o açúcar é transportado até a área
de ensacamento, onde é pesado manualmente e colocado em sacos de 100 kg, os
quais são cosidos em de seguida e armazenados.
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